Assim como para emagrecer, não há solução mágica para o problema das dívidas. É preciso disciplina, determinação e muita paciência. O primeiro passo e um dos mais dolorosos é conhecer o tamanho e a variedade do monstro. É preciso destrinchar extratos, faturas, contratos e saber quanto se deve em cada um dos emprétimos feitos as vezes ao longo de uma vida inteira de gastança descontrolada.

Isto é tão difícil e doloroso que faz com que as pessoas fiquem paralisadas de medo e nunca comecem um programa efetivo de redução de débitos. Muitos procastinam, ou seja deixam para outro dia e nunca se deparam realmente com seu problema em toda a sua plenitude.

Só que sem saber quanto se deve e para quem e a que taxa de juros, não é possível começar a enfrentar a criatura e ficamos presos num presente terrível em que não são possíveis planos nem sonhos.

Comece sempre pela dívida mais cara e vá listando uma a uma até chegar ao montante final. No Brasil, normalmente, o cartão de crédito e o cheque especial são as modalidades de crédito mais caras, o primeiro com uma taxa de juros de 10 a 12 % ao mês, isto mesmo ao mês, e o segundo de 8 a 12%.

Depois vêm os empréstimos pessoais, cdc, crédito consignado e os financiamentos de carro e de imóveis.

Liste tudo, calcule a taxa de juros e veja quantas parcelas faltam. Se tiver dúvidas ligue para a instituição e obtenha as informações que você precisa.

Encare o monstro de frente para que então você possa enfrentá-lo . 

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